Fundamentos

De onde vêm as ideias do Kalisme, e o que a pesquisa diz sobre elas.

O Kalisme é um aplicativo de bem-estar psicológico, sem finalidade médica. Esta página mostra em que ele se apoia, com suas referências e seus limites.

O que não afirmamos. Ter inventado essas abordagens: o Kalisme as reúne. E que o próprio Kalisme já tenha sido avaliado: seus fundamentos são estudados, seu efeito ainda não.

O que a ciência diz, e o que não diz

Estudado

A atenção plena, a autocompaixão, a psicologia positiva e a terapia de aceitação e compromisso têm efeitos medidos sobre o estresse e o bem-estar, na maioria das vezes pequenos a moderados.

Inspiração

Carl Rogers, os estoicos, Aristóteles: tradições de pensamento, não resultados de pesquisa. Elas iluminam; não provam nada.

Hipótese do Kalisme

Que o Kalisme, ao reunir essas abordagens em um aplicativo, produza esses efeitos. Isso ainda não foi avaliado: nossos pilotos testam primeiro se ele é adotado e considerado útil, não o seu efeito.

Cada referência desta página foi verificada em 8 de outubro de 2026 pelo seu DOI (o identificador permanente de uma publicação científica, que leva à sua página na editora) ou, no caso de um livro, pelo seu ISBN. Incluímos também os contrapontos: os estudos que encontram efeitos menores que os primeiros.

As raízes

Fundamentos psicológicos

Atenção plena

O que o Kalisme retém: trazer a atenção de volta ao presente.

O que a pesquisa diz: no trabalho, efeitos sobre o estresse, o sofrimento psicológico e o esgotamento, de pequenos a grandes conforme o que se mede (53 ensaios randomizados, publicados em 56 artigos, em Vonderlin et al.); estáveis até 3 meses, não estabelecidos além disso; diferenças entre os estudos que continuam sem explicação.

  • Vonderlin, R., Biermann, M., Bohus, M., Lyssenko, L. (2020). Mindfulness-based programs in the workplace: a meta-analysis of randomized controlled trials. Mindfulness, 11(7), 1579-1598. doi:10.1007/s12671-020-01328-3
  • Michaelsen, M. M., Graser, J., Onescheit, M., Tuma, M. P., Werdecker, L., Pieper, D., Esch, T. (2023). Mindfulness-based and mindfulness-informed interventions at the workplace: a systematic review and meta-regression analysis of RCTs. Mindfulness, 14(6), 1271-1304. doi:10.1007/s12671-023-02130-7
  • Bartlett, L., Martin, A., Neil, A. L., Memish, K., Otahal, P., Kilpatrick, M., Sanderson, K. (2019). A systematic review and meta-analysis of workplace mindfulness training randomized controlled trials. Journal of Occupational Health Psychology, 24(1), 108-126. doi:10.1037/ocp0000146

Terapia de aceitação e compromisso

O que o Kalisme retém: agir de acordo com os próprios valores, com os próprios medos.

O que a pesquisa diz: no trabalho, efeitos modestos, medidos sobretudo entre profissionais de saúde; os resultados menos consistentes dizem respeito justamente aos valores e à ação comprometida.

  • Prudenzi, A., Graham, C. D., Clancy, F., Hill, D., O’Driscoll, R., Day, F., O’Connor, D. B. (2021). Group-based acceptance and commitment therapy interventions for improving general distress and work-related distress in healthcare professionals: a systematic review and meta-analysis. Journal of Affective Disorders, 295, 192-202. doi:10.1016/j.jad.2021.07.084
  • Rad, Y., Prudenzi, A., Zernerova, L., Gerson, J., Flaxman, P. E. (2025). Effects of workplace acceptance and commitment therapy (ACT) programs on psychological flexibility’s subprocesses: a systematic review. Journal of Contextual Behavioral Science, 37, 100915. doi:10.1016/j.jcbs.2025.100915
  • Contraponto: Öst, L.-G. (2014). The efficacy of Acceptance and Commitment Therapy: an updated systematic review and meta-analysis. Behaviour Research and Therapy, 61, 105-121. doi:10.1016/j.brat.2014.07.018

Autocompaixão

O que o Kalisme retém: tratar a si mesmo com a gentileza que se ofereceria a um amigo.

O que a pesquisa diz: resultados promissores (27 ensaios randomizados em Ferrari et al.); no trabalho, apenas 10 estudos, todos com pessoas que exercem uma profissão de cuidado.

  • Ferrari, M., Hunt, C., Harrysunker, A., Abbott, M. J., Beath, A. P., Einstein, D. A. (2019). Self-compassion interventions and psychosocial outcomes: a meta-analysis of RCTs. Mindfulness, 10(8), 1455-1473. doi:10.1007/s12671-019-01134-6
  • Kotera, Y., Van Gordon, W. (2021). Effects of self-compassion training on work-related well-being: a systematic review. Frontiers in Psychology, 12, 630798. doi:10.3389/fpsyg.2021.630798

Psicologia positiva

O que o Kalisme retém: cultivar o que ajuda a seguir em frente, não apenas consertar.

O que a pesquisa diz: efeitos pequenos a moderados, bem menores depois de corrigido o viés dos estudos pequenos (White et al.).

  • Bolier, L., Haverman, M., Westerhof, G. J., Riper, H., Smit, F., Bohlmeijer, E. (2013). Positive psychology interventions: a meta-analysis of randomized controlled studies. BMC Public Health, 13, 119. doi:10.1186/1471-2458-13-119
  • Carr, A., et al. (2021). Effectiveness of positive psychology interventions: a systematic review and meta-analysis. The Journal of Positive Psychology, 16(6), 749-769. doi:10.1080/17439760.2020.1818807
  • No trabalho: Donaldson, S. I., Lee, J. Y., Donaldson, S. I. (2019). Evaluating positive psychology interventions at work: a systematic review and meta-analysis. International Journal of Applied Positive Psychology, 4(3), 113-134. doi:10.1007/s41042-019-00021-8
  • Contraponto: White, C. A., Uttl, B., Holder, M. D. (2019). Meta-analyses of positive psychology interventions: the effects are much smaller than previously reported. PLOS ONE, 14(5), e0216588. doi:10.1371/journal.pone.0216588

Inspirações

Carl Rogers

A consideração positiva incondicional, na tradição humanista. As metanálises tratam da relação entre um terapeuta e a pessoa que ele acompanha, não de um aplicativo.

  • Rogers, C. R. (1957). The necessary and sufficient conditions of therapeutic personality change. Journal of Consulting Psychology, 21(2), 95-103. doi:10.1037/h0045357
  • Elliott, R., Bohart, A. C., Watson, J. C., Murphy, D. (2018). Therapist empathy and client outcome: an updated meta-analysis. Psychotherapy, 55(4), 399-410. doi:10.1037/pst0000175
  • Farber, B. A., Suzuki, J. Y., Lynch, D. A. (2018). Positive regard and psychotherapy outcome: a meta-analytic review. Psychotherapy, 55(4), 411-423. doi:10.1037/pst0000171

Os estoicos

Epicteto e Marco Aurélio: distinguir o que depende de nós do que não depende (Epicteto, Manual, 1). Uma filosofia, não um resultado de pesquisa.

  • Epicteto, Discourses and Selected Writings, Penguin Classics, 2008 (o Manual, § 1, traz a divisão entre o que depende de nós e o que não depende). ISBN 9780140449464
  • Marco Aurélio, Meditations, Penguin Classics, 2006 (especialmente 6.41, 6.52, 8.47). ISBN 9780140449334

Aristóteles

A felicidade como modo de viver, e não como soma de prazeres (Ética a Nicômaco, livro I). Para ele, essa felicidade se cultiva pela virtude. O Kalisme se afasta disso: sustenta que a felicidade não precisa ser merecida. A psicologia do bem-estar retomou essa distinção (Ryan e Deci).

  • Aristóteles, The Nicomachean Ethics, trad. de David Ross, revisada por Lesley Brown, Oxford World’s Classics, Oxford University Press, 2009. ISBN 9780199213610
  • Aristóteles, Nicomachean Ethics, trad. de Terence Irwin, 2ª ed., Hackett Publishing, 1999. ISBN 9780872204645
  • Ryan, R. M., Deci, E. L. (2001). On happiness and human potentials: a review of research on hedonic and eudaimonic well-being. Annual Review of Psychology, 52, 141-166. doi:10.1146/annurev.psych.52.1.141

Ressonâncias

Eckhart Tolle, Don Miguel Ruiz, Brené Brown e Marshall Rosenberg são citados nos livros, assim como os grupos de ajuda mútua do tipo Al-Anon. As obras deles foram importantes para o autor, Hakan Kaynar. Elas não se baseiam em ensaios controlados (os trabalhos de Brené Brown, pesquisadora, apoiam-se em entrevistas), e não as apresentamos como fundamentos.

As 13 permissões

Cada permissão é desenvolvida em um dos 13 livros do Kalisme. Nenhuma delas, tal como está, é objeto de pesquisa: cada uma reúne elementos estudados, inspirações e às vezes ressonâncias, e essa combinação é uma hipótese do Kalisme, cujo efeito ainda não foi avaliado.

Abra uma linha para ver cada filiação, suas referências com o DOI, e o que a pesquisa não cobre.

1. Você pode ser feliz sem ter merecido. Estudado: Psicologia positiva (Seligman, Fredrickson), autocompaixão (Neff)Inspirações: AristótelesRessonâncias: Eckhart Tolle Hipótese do Kalisme
  • Inspiração Aristóteles · a eudaimonia, a felicidade como modo de viver, atividade conforme à virtude

    • Aristote, The Nicomachean Ethics, trad. David Ross, révisée par Lesley Brown, Oxford World’s Classics, Oxford University Press, 2009. ISBN 9780199213610
    • Aristote, Nicomachean Ethics, trad. Terence Irwin, 2e éd., Hackett Publishing, 1999. ISBN 9780872204645
    • Ryan, R. M., Deci, E. L. (2001). On happiness and human potentials: a review of research on hedonic and eudaimonic well-being. Annual Review of Psychology, 52, 141-166. doi:10.1146/annurev.psych.52.1.141
  • Estudado Martin Seligman · psicologia positiva e intervenções de bem-estar

    • Seligman, M. E. P., Csikszentmihalyi, M. (2000). Positive psychology: an introduction. American Psychologist, 55(1), 5-14. doi:10.1037/0003-066X.55.1.5
    • Sin, N. L., Lyubomirsky, S. (2009). Enhancing well-being and alleviating depressive symptoms with positive psychology interventions: a practice-friendly meta-analysis. Journal of Clinical Psychology, 65(5), 467-487. doi:10.1002/jclp.20593
    • Bolier, L., Haverman, M., Westerhof, G. J., Riper, H., Smit, F., Bohlmeijer, E. (2013). Positive psychology interventions: a meta-analysis of randomized controlled studies. BMC Public Health, 13, 119. doi:10.1186/1471-2458-13-119
    • Carr, A. et al. (2021). Effectiveness of positive psychology interventions: a systematic review and meta-analysis. The Journal of Positive Psychology, 16(6), 749-769. doi:10.1080/17439760.2020.1818807
    • White, C. A., Uttl, B., Holder, M. D. (2019). Meta-analyses of positive psychology interventions: the effects are much smaller than previously reported. PLOS ONE, 14(5), e0216588. doi:10.1371/journal.pone.0216588
  • Estudado Barbara Fredrickson · teoria ampliar-e-construir das emoções positivas

    • Fredrickson, B. L. (2001). The role of positive emotions in positive psychology: the broaden-and-build theory of positive emotions. American Psychologist, 56(3), 218-226. doi:10.1037/0003-066X.56.3.218
    • Fredrickson, B. L., Cohn, M. A., Coffey, K. A., Pek, J., Finkel, S. M. (2008). Open hearts build lives: positive emotions, induced through loving-kindness meditation, build consequential personal resources. Journal of Personality and Social Psychology, 95(5), 1045-1062. doi:10.1037/a0013262
    • Zeng, X., Chiu, C. P., Wang, R., Oei, T. P., Leung, F. Y. (2015). The effect of loving-kindness meditation on positive emotions: a meta-analytic review. Frontiers in Psychology, 6, 1693. doi:10.3389/fpsyg.2015.01693
    • Brown, N. J. L., Sokal, A. D., Friedman, H. L. (2013). The complex dynamics of wishful thinking: the critical positivity ratio. American Psychologist, 68(9), 801-813. doi:10.1037/a0032850
    • Fredrickson, B. L. (2013). Updated thinking on positivity ratios. American Psychologist, 68(9), 814-822. doi:10.1037/a0033584
    • Correction to Fredrickson and Losada (2005), “Positive affect and the complex dynamics of human flourishing”. American Psychologist, 68(9), 822 (2013). doi:10.1037/a0034435
    • Brown, N. J. L., MacDonald, D. A., Samanta, M. P., Friedman, H. L., Coyne, J. C. (2014). A critical reanalysis of the relationship between genomics and well-being. PNAS, 111(35), 12705-12709. doi:10.1073/pnas.1407057111
    • Brown, N. J. L. et al. (2016). More questions than answers: continued critical reanalysis of Fredrickson et al.’s studies of genomics and well-being. PLOS ONE, 11(6), e0156415. doi:10.1371/journal.pone.0156415
    • Kok, B. E. et al. (2013). How positive emotions build physical health: perceived positive social connections account for the upward spiral between positive emotions and vagal tone. Psychological Science, 24(7), 1123-1132. doi:10.1177/0956797612470827
    • Heathers, J. A. J., Brown, N. J. L., Coyne, J. C., Friedman, H. L. (2015). The elusory upward spiral: a reanalysis of Kok et al. (2013). Psychological Science, 26(7), 1140-1143. doi:10.1177/0956797615572908
  • Ressonância Eckhart Tolle · a presença no momento presente

    • Tolle, E., The Power of Now: A Guide to Spiritual Enlightenment, Namaste / New World Library, éd. 2004 (original 1997). ISBN 9781577314806
    • Killingsworth, M. A., Gilbert, D. T. (2010). A wandering mind is an unhappy mind. Science, 330(6006), 932. doi:10.1126/science.1192439
    • Goyal, M. et al. (2014). Meditation programs for psychological stress and well-being: a systematic review and meta-analysis. JAMA Internal Medicine, 174(3), 357-368. doi:10.1001/jamainternmed.2013.13018
    • Van Dam, N. T. et al. (2018). Mind the hype: a critical evaluation and prescriptive agenda for research on mindfulness and meditation. Perspectives on Psychological Science, 13(1), 36-61. doi:10.1177/1745691617709589
  • Estudado Kristin Neff · autocompaixão: a gentileza consigo mesmo diante do fracasso e do sofrimento

    • Neff, K. D. (2003). Self-compassion: an alternative conceptualization of a healthy attitude toward oneself. Self and Identity, 2(2), 85-101. doi:10.1080/15298860309032
    • Neff, K. D. (2003). The development and validation of a scale to measure self-compassion. Self and Identity, 2(3), 223-250. doi:10.1080/15298860309027
    • Neff, K. D., Vonk, R. (2009). Self-compassion versus global self-esteem: two different ways of relating to oneself. Journal of Personality, 77(1), 23-50. doi:10.1111/j.1467-6494.2008.00537.x
    • Neff, K. D. (2011). Self-compassion, self-esteem, and well-being. Social and Personality Psychology Compass, 5(1), 1-12. doi:10.1111/j.1751-9004.2010.00330.x
    • Zessin, U., Dickhäuser, O., Garbade, S. (2015). The relationship between self-compassion and well-being: a meta-analysis. Applied Psychology: Health and Well-Being, 7(3), 340-364. doi:10.1111/aphw.12051
    • Ferrari, M., Hunt, C., Harrysunker, A., Abbott, M. J., Beath, A. P., Einstein, D. A. (2019). Self-compassion interventions and psychosocial outcomes: a meta-analysis of RCTs. Mindfulness, 10(8), 1455-1473. doi:10.1007/s12671-019-01134-6
    • MacBeth, A., Gumley, A. (2012). Exploring compassion: a meta-analysis of the association between self-compassion and psychopathology. Clinical Psychology Review, 32(6), 545-552. doi:10.1016/j.cpr.2012.06.003
    • Muris, P., Petrocchi, N. (2017). Protection or vulnerability? A meta-analysis of the relations between the positive and negative components of self-compassion and psychopathology. Clinical Psychology and Psychotherapy, 24(2), 373-383. doi:10.1002/cpp.2005
    • Neff, K. D. (2011). Self-Compassion: Stop Beating Yourself Up and Leave Insecurity Behind. William Morrow. ISBN 9780061733512

O que a pesquisa não cobre

Nenhuma pesquisa citada testa a ideia central: dar-se permissão para ser feliz sem condição de mérito aumenta o bem-estar? A dignidade incondicional que “se reconhece” é uma tese filosófica, não avaliada. Que os micromomentos de alegria construam recursos profundos se apoia em um ensaio central (139 pessoas) e em trabalhos reanalisados de forma crítica. A metanálise sobre a meditação da bondade amorosa cobre apenas o primeiro elo (mais emoções positivas), não a construção de recursos. A relação entre a presença no sentido de Tolle e uma felicidade sem condição não foi testada como tal: a pesquisa sobre atenção plena mede outra coisa, com efeitos modestos. A relação entre autocompaixão e bem-estar é sobretudo correlacional.

2. Você pode não se parecer com ninguém. Estudado: Comparação social (Festinger), redes sociais e autoimagemRessonâncias: Brené Brown Hipótese do Kalisme
  • Estudado Leon Festinger · teoria da comparação social

    • Festinger, L. (1954). A theory of social comparison processes. Human Relations, 7(2), 117-140. doi:10.1177/001872675400700202
    • Gerber, J. P., Wheeler, L., & Suls, J. (2018). A social comparison theory meta-analysis 60+ years on. Psychological Bulletin, 144(2), 177-197. doi:10.1037/bul0000127
  • Estudado Pesquisa sobre redes sociais · comparação on-line e autoimagem

    • McComb, C. A., Vanman, E. J., & Tobin, S. J. (2023). A meta-analysis of the effects of social media exposure to upward comparison targets on self-evaluations and emotions. Media Psychology, 26(5), 612-635. doi:10.1080/15213269.2023.2180647
    • Saiphoo, A. N., Dahoah Halevi, L., & Vahedi, Z. (2020). Social networking site use and self-esteem: A meta-analytic review. Personality and Individual Differences, 153, 109639. doi:10.1016/j.paid.2019.109639
    • Appel, M., Marker, C., & Gnambs, T. (2020). Are social media ruining our lives? A review of meta-analytic evidence. Review of General Psychology, 24(1), 60-74. doi:10.1177/1089268019880891
    • Valkenburg, P. M., Meier, A., & Beyens, I. (2022). Social media use and its impact on adolescent mental health: An umbrella review of the evidence. Current Opinion in Psychology, 44, 58-68. doi:10.1016/j.copsyc.2021.08.017
    • Orben, A., & Przybylski, A. K. (2019). The association between adolescent well-being and digital technology use. Nature Human Behaviour, 3(2), 173-182. doi:10.1038/s41562-018-0506-1
    • Vogel, E. A., Rose, J. P., Roberts, L. R., & Eckles, K. (2014). Social comparison, social media, and self-esteem. Psychology of Popular Media Culture, 3(4), 206-222. doi:10.1037/ppm0000047
    • Verduyn, P., Gugushvili, N., Massar, K., Täht, K., & Kross, E. (2020). Social comparison on social networking sites. Current Opinion in Psychology, 36, 32-37. doi:10.1016/j.copsyc.2020.04.002
    • Holland, G., & Tiggemann, M. (2016). A systematic review of the impact of the use of social networking sites on body image and disordered eating outcomes. Body Image, 17, 100-110. doi:10.1016/j.bodyim.2016.02.008
  • Ressonância Brené Brown · autenticidade e vulnerabilidade

    • Brown, B. (2010). The Gifts of Imperfection: Let Go of Who You Think You’re Supposed to Be and Embrace Who You Are. Center City, MN: Hazelden. ISBN 9781592858491
    • Brown, B. (2012). Daring Greatly: How the Courage to Be Vulnerable Transforms the Way We Live, Love, Parent, and Lead. New York: Gotham Books. ISBN 9781592407330
    • Brown, B. (2006). Shame resilience theory: A grounded theory study on women and shame. Families in Society, 87(1), 43-52. doi:10.1606/1044-3894.3483
    • Sutton, A. (2020). Living the good life: A meta-analysis of authenticity, well-being and engagement. Personality and Individual Differences, 153, 109645. doi:10.1016/j.paid.2019.109645

O que a pesquisa não cobre

Ela não cobre o cerne da permissão: que libertar-se dos modelos e assumir a própria singularidade seja possível, duradouro e benéfico. A pesquisa sobre autenticidade mede o fato de ser fiel a si mesmo, não o de se distinguir dos outros; ela é correlacional, com uma relação que varia conforme as culturas. A pesquisa sobre redes sociais mostra efeitos de comparação reais, mas modestos, estabelecidos sobretudo a curto prazo em laboratório; sua duração e seu peso na vida cotidiana continuam pouco conhecidos. Nenhum estudo testa a passagem de “eu me comparo” para “eu deixo de me comparar”.

3. Você pode retomar sua atenção. Estudado: Custo da troca de tarefa, atenção plena, gratidãoInspirações: William James, Herbert Simon Hipótese do Kalisme
  • Inspiração William James · a atenção como seleção do que se torna a nossa experiência

    Nenhuma referência retida nesta página: texto clássico ou documento sem DOI nem ISBN.

  • Inspiração Herbert Simon · a abundância de informação cria escassez de atenção

    • Simon, H. A. (1971). Designing organizations for an information-rich world. Dans M. Greenberger (dir.), Computers, Communications, and the Public Interest (p. 37-72). Baltimore: Johns Hopkins Press. ISBN 080181135X
  • Estudado Pesquisa cognitiva sobre a troca de tarefa · custo da troca de tarefa e da multitarefa

    • Koch, I., Poljac, E., Müller, H., et Kiesel, A. (2018). Cognitive structure, flexibility, and plasticity in human multitasking: An integrative review of dual-task and task-switching research. Psychological Bulletin, 144(6), 557-583. doi:10.1037/bul0000144
    • Kiesel, A., Steinhauser, M., Wendt, M., et al. (2010). Control and interference in task switching, a review. Psychological Bulletin, 136(5), 849-874. doi:10.1037/a0019842
    • Monsell, S. (2003). Task switching. Trends in Cognitive Sciences, 7(3), 134-140. doi:10.1016/S1364-6613(03)00028-7
    • Rubinstein, J. S., Meyer, D. E., et Evans, J. E. (2001). Executive control of cognitive processes in task switching. Journal of Experimental Psychology: Human Perception and Performance, 27(4), 763-797. doi:10.1037/0096-1523.27.4.763
    • Pashler, H. (1994). Dual-task interference in simple tasks: Data and theory. Psychological Bulletin, 116(2), 220-244. doi:10.1037/0033-2909.116.2.220
    • Schumacher, E. H., et al. (2001). Virtually perfect time sharing in dual-task performance: Uncorking the central cognitive bottleneck. Psychological Science, 12(2), 101-108. doi:10.1111/1467-9280.00318
    • Watson, J. M., et Strayer, D. L. (2010). Supertaskers: Profiles in extraordinary multitasking ability. Psychonomic Bulletin & Review, 17(4), 479-485. doi:10.3758/PBR.17.4.479
    • Wiradhany, W., et Nieuwenstein, M. R. (2017). Cognitive control in media multitaskers: Two replication studies and a meta-analysis. Attention, Perception, & Psychophysics, 79(8), 2620-2641. doi:10.3758/s13414-017-1408-4
    • Uncapher, M. R., et Wagner, A. D. (2018). Minds and brains of media multitaskers: Current findings and future directions. PNAS, 115(40), 9889-9896. doi:10.1073/pnas.1611612115
    • Ophir, E., Nass, C., et Wagner, A. D. (2009). Cognitive control in media multitaskers. PNAS, 106(37), 15583-15587. doi:10.1073/pnas.0903620106
  • Estudado Jon Kabat-Zinn (MBSR) · a atenção plena como treino da atenção

    • Kabat-Zinn, J. (1982). An outpatient program in behavioral medicine for chronic pain patients based on the practice of mindfulness meditation: Theoretical considerations and preliminary results. General Hospital Psychiatry, 4(1), 33-47. doi:10.1016/0163-8343(82)90026-3
    • Kabat-Zinn, J. (1990). Full Catastrophe Living. New York: Delacorte Press. ISBN 0385298978
    • Cásedas, L., Pirruccio, V., Vadillo, M. A., et Lupiáñez, J. (2020). Does mindfulness meditation training enhance executive control? A systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials in adults. Mindfulness, 11(2), 411-424. doi:10.1007/s12671-019-01279-4
    • Sumantry, D., et Stewart, K. E. (2021). Meditation, mindfulness, and attention: a meta-analysis. Mindfulness, 12(6), 1332-1349. doi:10.1007/s12671-021-01593-w
    • Goyal, M., Singh, S., Sibinga, E. M., et al. (2014). Meditation programs for psychological stress and well-being: a systematic review and meta-analysis. JAMA Internal Medicine, 174(3), 357-368. doi:10.1001/jamainternmed.2013.13018
    • Chiesa, A., Calati, R., et Serretti, A. (2011). Does mindfulness training improve cognitive abilities? A systematic review of neuropsychological findings. Clinical Psychology Review, 31(3), 449-464. doi:10.1016/j.cpr.2010.11.003
    • Van Dam, N. T., van Vugt, M. K., Vago, D. R., et al. (2018). Mind the hype: A critical evaluation and prescriptive agenda for research on mindfulness and meditation. Perspectives on Psychological Science, 13(1), 36-61. doi:10.1177/1745691617709589
  • Estudado Intervenções de gratidão (Emmons, Seligman) · exercícios de gratidão em psicologia positiva

    • Davis, D. E., Choe, E., Meyers, J., et al. (2016). Thankful for the little things: A meta-analysis of gratitude interventions. Journal of Counseling Psychology, 63(1), 20-31. doi:10.1037/cou0000107
    • Cregg, D. R., et Cheavens, J. S. (2021). Gratitude interventions: Effective self-help? A meta-analysis of the impact on symptoms of depression and anxiety. Journal of Happiness Studies, 22(1), 413-445. doi:10.1007/s10902-020-00236-6
    • Mongrain, M., et Anselmo-Matthews, T. (2012). Do positive psychology exercises work? A replication of Seligman et al. (2005). Journal of Clinical Psychology, 68(4), 382-389. doi:10.1002/jclp.21839
    • Seligman, M. E. P., Steen, T. A., Park, N., et Peterson, C. (2005). Positive psychology progress: Empirical validation of interventions. American Psychologist, 60(5), 410-421. doi:10.1037/0003-066X.60.5.410
    • Emmons, R. A., et McCullough, M. E. (2003). Counting blessings versus burdens: An experimental investigation of gratitude and subjective well-being in daily life. Journal of Personality and Social Psychology, 84(2), 377-389. doi:10.1037/0022-3514.84.2.377
    • Wood, A. M., Froh, J. J., et Geraghty, A. W. A. (2010). Gratitude and well-being: A review and theoretical integration. Clinical Psychology Review, 30(7), 890-905. doi:10.1016/j.cpr.2010.03.005
    • Dickens, L. R. (2017). Using gratitude to promote positive change: A series of meta-analyses investigating the effectiveness of gratitude interventions. Basic and Applied Social Psychology, 39(4), 193-208. doi:10.1080/01973533.2017.1323638

O que a pesquisa não cobre

Nenhum dos estudos citados testa que “retomar a própria atenção” seja um gesto que se escolhe e se mantém na vida comum. O custo da multitarefa é medido em tarefas de laboratório, e o treino o reduz em algumas pessoas. Os efeitos da atenção plena sobre a atenção existem, mas são pequenos e heterogêneos, e são mais fracos diante de um grupo de controle ativo. Nada mostra que a gratidão atue pela orientação da atenção: essa é uma leitura do livro. A relação entre uso intensivo de mídias e distratibilidade é fraca ou não foi replicada. Os efeitos duradouros fora do laboratório não estão estabelecidos.

4. Você pode parar antes de chegar ao limite. Estudado: Burnout (Maslach), sono, rede de modo padrãoInspirações: Tradições contemplativas Hipótese do Kalisme
  • Estudado Christina Maslach · o burnout, síndrome ligada ao trabalho, e suas causas organizacionais

    • Maslach C., Schaufeli W. B., Leiter M. P., 2001, Job burnout, Annual Review of Psychology, 52, 397-422. doi:10.1146/annurev.psych.52.1.397
    • Maslach C., Jackson S. E., 1981, The measurement of experienced burnout, Journal of Organizational Behavior, 2(2), 99-113. doi:10.1002/job.4030020205
    • Maslach C., Leiter M. P., 2016, Understanding the burnout experience: recent research and its implications for psychiatry, World Psychiatry, 15(2), 103-111. doi:10.1002/wps.20311
    • Maslach C., Leiter M. P., 1997, The Truth About Burnout: How Organizations Cause Personal Stress and What to Do About It, Jossey-Bass. ISBN 0787908746
    • Bianchi R., Schonfeld I. S., Laurent E., 2015, Burnout-depression overlap: A review, Clinical Psychology Review, 36, 28-41. doi:10.1016/j.cpr.2015.01.004
    • Meier S. T., Kim S., 2022, Meta-regression analyses of relationships between burnout and depression with sampling and measurement methodological moderators, Journal of Occupational Health Psychology, 27(2), 195-206. doi:10.1037/ocp0000273
  • Estudado Ciência do sono, incluindo Matthew Walker · função do sono, efeitos da privação de sono

    • Watson N. F. et al., 2015, Recommended Amount of Sleep for a Healthy Adult: A Joint Consensus Statement of the American Academy of Sleep Medicine and Sleep Research Society, SLEEP, 38(6), 843-844. doi:10.5665/sleep.4716
    • Hirshkowitz M. et al., 2015, National Sleep Foundation’s sleep time duration recommendations: methodology and results summary, Sleep Health, 1(1), 40-43. doi:10.1016/j.sleh.2014.12.010
    • Walker M. P., Stickgold R., 2006, Sleep, Memory, and Plasticity, Annual Review of Psychology, 57, 139-166. doi:10.1146/annurev.psych.56.091103.070307
    • Walker M., 2017, Why We Sleep: Unlocking the Power of Sleep and Dreams, Scribner. ISBN 9781501144318
    • Yetish G. et al., 2015, Natural Sleep and Its Seasonal Variations in Three Pre-industrial Societies, Current Biology, 25(21), 2862-2868. doi:10.1016/j.cub.2015.09.046
  • Estudado Rede de modo padrão (Raichle, Buckner) · atividade do cérebro em repouso, divagação mental, incubação

    • Raichle M. E. et al., 2001, A default mode of brain function, Proceedings of the National Academy of Sciences, 98(2), 676-682. doi:10.1073/pnas.98.2.676
    • Buckner R. L., Andrews-Hanna J. R., Schacter D. L., 2008, The Brain’s Default Network: Anatomy, Function, and Relevance to Disease, Annals of the New York Academy of Sciences, 1124, 1-38. doi:10.1196/annals.1440.011
    • Smallwood J., Schooler J. W., 2015, The Science of Mind Wandering: Empirically Navigating the Stream of Consciousness, Annual Review of Psychology, 66, 487-518. doi:10.1146/annurev-psych-010814-015331
    • Sio U. N., Ormerod T. C., 2009, Does incubation enhance problem solving? A meta-analytic review, Psychological Bulletin, 135(1), 94-120. doi:10.1037/a0014212
    • Baird B. et al., 2012, Inspired by Distraction: Mind Wandering Facilitates Creative Incubation, Psychological Science, 23(10), 1117-1122. doi:10.1177/0956797612446024
    • Murray S., Liang N., Brosowsky N., Seli P., 2024, What Are the Benefits of Mind Wandering to Creativity?, Psychology of Aesthetics, Creativity, and the Arts, 18(3), 403-416. doi:10.1037/aca0000420
    • Steindorf L., Hammerton H. A., Rummel J., 2021, Mind wandering outside the box: About the role of off-task thoughts and their assessment during creative incubation, Psychology of Aesthetics, Creativity, and the Arts, 15(4), 584-595. doi:10.1037/aca0000373
    • Beaty R. E. et al., 2018, Robust prediction of individual creative ability from brain functional connectivity, Proceedings of the National Academy of Sciences, 115(5), 1087-1092. doi:10.1073/pnas.1713532115
    • Killingsworth M. A., Gilbert D. T., 2010, A Wandering Mind Is an Unhappy Mind, Science, 330(6006), 932. doi:10.1126/science.1192439
  • Inspiração Tradições contemplativas · lentidão e atenção plena

    • Goyal M. et al., 2014, Meditation Programs for Psychological Stress and Well-being: A Systematic Review and Meta-analysis, JAMA Internal Medicine, 174(3), 357-368. doi:10.1001/jamainternmed.2013.13018
    • Van Dam N. T. et al., 2018 (en ligne 2017), Mind the Hype: A Critical Evaluation and Prescriptive Agenda for Research on Mindfulness and Meditation, Perspectives on Psychological Science, 13(1), 36-61. doi:10.1177/1745691617709589

O que a pesquisa não cobre

Nenhum estudo testa a tese de conjunto: que uma reeducação para a lentidão, um “vazio criativo” e um sono protegido, tomados juntos, previnam o esgotamento. Maslach e Leiter (2016) observam eles mesmos a escassez de pesquisa avaliativa sobre as intervenções que tratam ou previnem o burnout: “parar antes de chegar ao limite” não é, portanto, um resultado estabelecido. Maslach descreve o burnout e suas causas organizacionais; ela não estuda a glorificação cultural do esgotamento. A pesquisa sobre a rede de modo padrão descreve uma atividade cerebral em repouso; ela não demonstra que a inação produz criatividade, e os estudos de incubação favorecem mais uma tarefa fácil do que o repouso. A pesquisa sobre atenção plena trata de programas estruturados, não da lentidão do cotidiano. As páginas sobre o sono sabotado (mecanismos precisos, números de Walker) não são cobertas pelas sínteses retidas aqui.

5. Você pode deixar de provar seu valor. Estudado: Autocompaixão (Neff), perfeccionismoInspirações: Carl Rogers Hipótese do Kalisme
  • Estudado Kristin Neff · autocompaixão

    • Neff, K. D. (2003). Self-compassion: An alternative conceptualization of a healthy attitude toward oneself. Self and Identity, 2(2), 85-101. doi:10.1080/15298860309032
    • Neff, K. D. (2003). The development and validation of a scale to measure self-compassion. Self and Identity, 2(3), 223-250. doi:10.1080/15298860309027
    • MacBeth, A., & Gumley, A. (2012). Exploring compassion: A meta-analysis of the association between self-compassion and psychopathology. Clinical Psychology Review, 32(6), 545-552. doi:10.1016/j.cpr.2012.06.003
    • Zessin, U., Dickhäuser, O., & Garbade, S. (2015). The relationship between self-compassion and well-being: A meta-analysis. Applied Psychology: Health and Well-Being, 7(3), 340-364. doi:10.1111/aphw.12051
    • Ferrari, M., Hunt, C., Harrysunker, A., Abbott, M. J., Beath, A. P., & Einstein, D. A. (2019). Self-compassion interventions and psychosocial outcomes: A meta-analysis of RCTs. Mindfulness, 10(8), 1455-1473. doi:10.1007/s12671-019-01134-6
    • Neff, K. D., & Vonk, R. (2009). Self-compassion versus global self-esteem: Two different ways of relating to oneself. Journal of Personality, 77(1), 23-50. doi:10.1111/j.1467-6494.2008.00537.x
    • Crocker, J., & Wolfe, C. T. (2001). Contingencies of self-worth. Psychological Review, 108(3), 593-623. doi:10.1037/0033-295X.108.3.593
    • Crocker, J., & Park, L. E. (2004). The costly pursuit of self-esteem. Psychological Bulletin, 130(3), 392-414. doi:10.1037/0033-2909.130.3.392
    • Neff, K. D. (2023). Self-compassion: Theory, method, research, and intervention. Annual Review of Psychology, 74, 193-218. doi:10.1146/annurev-psych-032420-031047
    • Muris, P., & Petrocchi, N. (2017). Protection or vulnerability? A meta-analysis of the relations between the positive and negative components of self-compassion and psychopathology. Clinical Psychology & Psychotherapy, 24(2), 373-383. doi:10.1002/cpp.2005
    • Muris, P., & Otgaar, H. (2020). The process of science: A critical evaluation of more than 15 years of research on self-compassion with the Self-Compassion Scale. Mindfulness, 11, 1469-1482. doi:10.1007/s12671-020-01363-0
  • Inspiração Carl Rogers, ampliado pela teoria da autodeterminação (Assor, Roth, Deci) · consideração positiva incondicional e condições de valor

    • Rogers, C. R. (1957). The necessary and sufficient conditions of therapeutic personality change. Journal of Consulting Psychology, 21(2), 95-103. doi:10.1037/h0045357
    • Rogers, C. R. (1961). On Becoming a Person: A Therapist’s View of Psychotherapy. Boston: Houghton Mifflin (réédition 1995). ISBN 9780395755310
    • Farber, B. A., Suzuki, J. Y., & Lynch, D. A. (2018). Positive regard and psychotherapy outcome: A meta-analytic review. Psychotherapy, 55(4), 411-423. doi:10.1037/pst0000171
    • Assor, A., Roth, G., & Deci, E. L. (2004). The emotional costs of parents’ conditional regard: A self-determination theory analysis. Journal of Personality, 72(1), 47-88. doi:10.1111/j.0022-3506.2004.00256.x
    • Roth, G., Assor, A., Niemiec, C. P., Deci, E. L., & Ryan, R. M. (2009). The emotional and academic consequences of parental conditional regard: Comparing conditional positive regard, conditional negative regard, and autonomy support as parenting practices. Developmental Psychology, 45(4), 1119-1142. doi:10.1037/a0015272
  • Estudado Pesquisa sobre perfeccionismo (Hewitt e Flett, Stoeber, Hill e Curran, entre outros) · perfeccionismo, vergonha e esgotamento

    • Hewitt, P. L., & Flett, G. L. (1991). Perfectionism in the self and social contexts: Conceptualization, assessment, and association with psychopathology. Journal of Personality and Social Psychology, 60(3), 456-470. doi:10.1037/0022-3514.60.3.456
    • Hewitt, P. L., Flett, G. L., Sherry, S. B., Habke, M., Parkin, M., Lam, R. W., McMurtry, B., Ediger, E., Fairlie, P., & Stein, M. B. (2003). The interpersonal expression of perfection: Perfectionistic self-presentation and psychological distress. Journal of Personality and Social Psychology, 84(6), 1303-1325. doi:10.1037/0022-3514.84.6.1303
    • Stoeber, J., & Otto, K. (2006). Positive conceptions of perfectionism: Approaches, evidence, challenges. Personality and Social Psychology Review, 10(4), 295-319. doi:10.1207/s15327957pspr1004_2
    • Hill, A. P., & Curran, T. (2016). Multidimensional perfectionism and burnout: A meta-analysis. Personality and Social Psychology Review, 20(3), 269-288. doi:10.1177/1088868315596286
    • Limburg, K., Watson, H. J., Hagger, M. S., & Egan, S. J. (2017). The relationship between perfectionism and psychopathology: A meta-analysis. Journal of Clinical Psychology, 73(10), 1301-1326. doi:10.1002/jclp.22435
    • Harari, D., Swider, B. W., Steed, L. B., & Breidenthal, A. P. (2018). Is perfect good? A meta-analysis of perfectionism in the workplace. Journal of Applied Psychology, 103(10), 1121-1144. doi:10.1037/apl0000324
    • Bellam, A., & Curran, T. (2025). Perfectionism and work performance: A meta-analysis. Journal of Occupational and Organizational Psychology, 98(3). doi:10.1111/joop.70050
    • Fedewa, B. A., Burns, L. R., & Gomez, A. A. (2005). Positive and negative perfectionism and the shame/guilt distinction: Adaptive and maladaptive characteristics. Personality and Individual Differences, 38(7), 1609-1619. doi:10.1016/j.paid.2004.09.026
    • Stoeber, J., Harris, R. A., & Moon, P. S. (2007). Perfectionism and the experience of pride, shame, and guilt: Comparing healthy perfectionists, unhealthy perfectionists, and non-perfectionists. Personality and Individual Differences, 43(1), 131-141. doi:10.1016/j.paid.2006.11.012
    • Tangney, J. P. (2002). Perfectionism and the self-conscious emotions: Shame, guilt, embarrassment, and pride. In G. L. Flett & P. L. Hewitt (dir.), Perfectionism: Theory, research, and treatment (p. 199-215). American Psychological Association. doi:10.1037/10458-008

O que a pesquisa não cobre

Nenhum estudo mostra que o perfeccionismo seja uma estratégia para evitar a vergonha: as relações publicadas são correlações, e só valem para as preocupações perfeccionistas. Já os esforços perfeccionistas andam junto com mais orgulho, menos vergonha e um pequeno ganho de desempenho. A cadeia do livro (criança amada sob condição, adulto que se prova sem fim, perfeccionismo, vergonha, depois autocompaixão que repara) não foi testada como um todo. Os estudos sobre afeto condicional se baseiam em lembranças e declarações de estudantes e adolescentes. Por fim, a autocompaixão anda junto com um sentimento de valor mais estável que a autoestima (Neff e Vonk, 2009), o que não equivale a mostrar que a autoestima condicional desmorona.

6. Você pode escolher quem te cerca. Estudado: Relações abusivas, terapia de aceitação e compromissoInspirações: SchopenhauerRessonâncias: Marshall B. Rosenberg Hipótese do Kalisme
  • Estudado Pesquisa sobre relações abusivas e violência psicológica · os marcadores da violência psicológica: depreciação, desvalorização, dominação, isolamento

    • Tolman, R. M. (1989). The development of a measure of psychological maltreatment of women by their male partners. Violence and Victims, 4(3), 159-177. doi:10.1891/0886-6708.4.3.159
    • Dokkedahl, S. B., Kirubakaran, R., Bech-Hansen, D., Kristensen, T. R., Elklit, A. (2022). The psychological subtype of intimate partner violence and its effect on mental health: a systematic review with meta-analyses. Systematic Reviews, 11, 163. doi:10.1186/s13643-022-02025-z
    • Stark, E. (2007). Coercive Control: How Men Entrap Women in Personal Life. Oxford University Press. doi:10.1093/oso/9780195154276.001.0001
    • Dutton, M. A., Goodman, L. A. (2005). Coercion in intimate partner violence: toward a new conceptualization. Sex Roles, 52, 743-756. doi:10.1007/s11199-005-4196-6
    • Hirigoyen, M.-F. (1998). Le harcèlement moral: la violence perverse au quotidien. Syros. ISBN 2841465993
  • Ressonância Marshall B. Rosenberg · comunicação não violenta

    • Rosenberg, M. B. (2003). Nonviolent Communication: A Language of Life (2nd ed.). PuddleDancer Press. ISBN 9781892005038
    • Wacker, R., Dziobek, I. (2018). Preventing empathic distress and social stressors at work through nonviolent communication training: a field study with health professionals. Journal of Occupational Health Psychology, 23(1), 141-150. doi:10.1037/ocp0000058
    • Museux, A.-C., Dumont, S., Careau, E., Milot, E. (2016). Improving interprofessional collaboration: the effect of training in nonviolent communication. Social Work in Health Care, 55(6), 427-439. doi:10.1080/00981389.2016.1164270
    • Adriani, P. A., Hino, P., Taminato, M., Okuno, M. F. P., Santos, O. V., Fernandes, H. (2024). Non-violent communication as a technology in interpersonal relationships in health work: a scoping review. BMC Health Services Research, 24, 289. doi:10.1186/s12913-024-10753-2
  • Estudado Terapia de aceitação e compromisso (Steven C. Hayes) · a ação comprometida, alinhada aos próprios valores

    • Hayes, S. C., Luoma, J. B., Bond, F. W., Masuda, A., Lillis, J. (2006). Acceptance and commitment therapy: model, processes and outcomes. Behaviour Research and Therapy, 44(1), 1-25. doi:10.1016/j.brat.2005.06.006
    • Hayes, S. C., Strosahl, K. D., Wilson, K. G. (1999). Acceptance and Commitment Therapy: An Experiential Approach to Behavior Change. Guilford Press. ISBN 9781572304819
    • A-Tjak, J. G. L., Davis, M. L., Morina, N., Powers, M. B., Smits, J. A. J., Emmelkamp, P. M. G. (2015). A meta-analysis of the efficacy of acceptance and commitment therapy for clinically relevant mental and physical health problems. Psychotherapy and Psychosomatics, 84(1), 30-36. doi:10.1159/000365764
    • Gloster, A. T., Walder, N., Levin, M. E., Twohig, M. P., Karekla, M. (2020). The empirical status of acceptance and commitment therapy: a review of meta-analyses. Journal of Contextual Behavioral Science, 18, 181-192. doi:10.1016/j.jcbs.2020.09.009
    • Öst, L.-G. (2014). The efficacy of Acceptance and Commitment Therapy: an updated systematic review and meta-analysis. Behaviour Research and Therapy, 61, 105-121. doi:10.1016/j.brat.2014.07.018
    • Atkins, P. W. B., Ciarrochi, J., Gaudiano, B. A., et al. (2017). Departing from the essential features of a high quality systematic review of psychotherapy: a response to Öst (2014) and recommendations for improvement. Behaviour Research and Therapy, 97, 259-272. doi:10.1016/j.brat.2017.05.016
  • Inspiração Arthur Schopenhauer · a parábola dos porcos-espinhos e a justa distância

    Nenhuma referência retida nesta página: texto clássico ou documento sem DOI nem ISBN.

O que a pesquisa não cobre

Nenhum estudo encontrado testa o critério próprio do livro, a distinção entre uma relação que cansa e uma relação que faz mal. Nenhum testa tampouco o estabelecimento de um limite como intervenção, seja na comunicação não violenta, seja na terapia de aceitação e compromisso. A literatura sobre violência psicológica trata de relações abusivas, medidas por escalas criadas para a violência conjugal: ela não valida uma ferramenta de triagem para relações comuns. A comunicação não violenta conta apenas com alguns estudos pequenos, quase todos em contexto de saúde. A “toxicidade” não é um construto clínico estabelecido. A parábola de Schopenhauer não é objeto de pesquisa.

7. Você pode largar o que carrega. Estudado: Perdão (Worthington), ruminação (Nolen-Hoeksema), trauma (van der Kolk, EMDR) Hipótese do Kalisme
  • Estudado Everett L. Worthington Jr. · psicologia do perdão

    • Exline, J. J., Worthington, E. L. Jr., Hill, P., McCullough, M. E. (2003). Forgiveness and justice: a research agenda for social and personality psychology. Personality and Social Psychology Review, 7(4), 337-348. doi:10.1207/S15327957PSPR0704_06
    • Worthington, E. L. Jr., Witvliet, C. V. O., Pietrini, P., Miller, A. J. (2007). Forgiveness, health, and well-being: a review of evidence for emotional versus decisional forgiveness, dispositional forgivingness, and reduced unforgiveness. Journal of Behavioral Medicine, 30(4), 291-302. doi:10.1007/s10865-007-9105-8
    • Wade, N. G., Hoyt, W. T., Kidwell, J. E. M., Worthington, E. L. Jr. (2014). Efficacy of psychotherapeutic interventions to promote forgiveness: a meta-analysis. Journal of Consulting and Clinical Psychology, 82(1), 154-170. doi:10.1037/a0035268
    • Akhtar, S., Barlow, J. (2018). Forgiveness therapy for the promotion of mental well-being: a systematic review and meta-analysis. Trauma, Violence, & Abuse, 19(1), 107-122. doi:10.1177/1524838016637079
    • Worthington, E. L. Jr. (2006). Forgiveness and Reconciliation: Theory and Application. Routledge. ISBN 9781583913338
  • Estudado Susan Nolen-Hoeksema · ruminação

    • Nolen-Hoeksema, S. (1991). Responses to depression and their effects on the duration of depressive episodes. Journal of Abnormal Psychology, 100(4), 569-582. doi:10.1037/0021-843X.100.4.569
    • Nolen-Hoeksema, S., Wisco, B. E., Lyubomirsky, S. (2008). Rethinking rumination. Perspectives on Psychological Science, 3(5), 400-424. doi:10.1111/j.1745-6924.2008.00088.x
    • Lyubomirsky, S., Nolen-Hoeksema, S. (1995). Effects of self-focused rumination on negative thinking and interpersonal problem solving. Journal of Personality and Social Psychology, 69(1), 176-190. doi:10.1037/0022-3514.69.1.176
    • Lyubomirsky, S., Tucker, K. L., Caldwell, N. D., Berg, K. (1999). Why ruminators are poor problem solvers: clues from the phenomenology of dysphoric rumination. Journal of Personality and Social Psychology, 77(5), 1041-1060. doi:10.1037/0022-3514.77.5.1041
    • Watkins, E. R. (2008). Constructive and unconstructive repetitive thought. Psychological Bulletin, 134(2), 163-206. doi:10.1037/0033-2909.134.2.163
    • Aldao, A., Nolen-Hoeksema, S., Schweizer, S. (2010). Emotion-regulation strategies across psychopathology: a meta-analytic review. Clinical Psychology Review, 30(2), 217-237. doi:10.1016/j.cpr.2009.11.004
  • Estudado Bessel van der Kolk · o trauma e o corpo, uma tese discutida

    • van der Kolk, B. A. (2014). The Body Keeps the Score: Brain, Mind, and Body in the Healing of Trauma. Viking. ISBN 9780670785933
    • van der Kolk, B. A., Spinazzola, J., Blaustein, M. E., et al. (2007). A randomized clinical trial of eye movement desensitization and reprocessing (EMDR), fluoxetine, and pill placebo in the treatment of posttraumatic stress disorder: treatment effects and long-term maintenance. Journal of Clinical Psychiatry, 68(1), 37-46. doi:10.4088/jcp.v68n0105
    • van der Kolk, B. A., Stone, L., West, J., et al. (2014). Yoga as an adjunctive treatment for posttraumatic stress disorder: a randomized controlled trial. Journal of Clinical Psychiatry, 75(6), e559-e565. doi:10.4088/JCP.13m08561
    • Scheeringa, M. S. (2025, en ligne le 3 novembre; 2026). Evaluating evidence behind popular trauma narratives: neurobiological and treatment claims in The Body Keeps the Score. BJPsych Bulletin, 50(4), 345-347. doi:10.1192/bjb.2025.10174
  • Estudado Abordagens somáticas (Somatic Experiencing, Peter Levine) · terapias corporais do trauma, ainda pouco estudadas

    • Brom, D., Stokar, Y., Lawi, C., et al. (2017). Somatic Experiencing for posttraumatic stress disorder: a randomized controlled outcome study. Journal of Traumatic Stress, 30(3), 304-312. doi:10.1002/jts.22189
    • Kuhfuß, M., Maldei, T., Hetmanek, A., Baumann, N. (2021). Somatic experiencing: effectiveness and key factors of a body-oriented trauma therapy: a scoping literature review. European Journal of Psychotraumatology, 12(1), 1929023. doi:10.1080/20008198.2021.1929023
  • Estudado Francine Shapiro · o EMDR, uma terapia do trauma

    • Shapiro, F. (1989). Eye movement desensitization: a new treatment for post-traumatic stress disorder. Journal of Behavior Therapy and Experimental Psychiatry, 20(3), 211-217. doi:10.1016/0005-7916(89)90025-6
    • Shapiro, F. (2001). Eye Movement Desensitization and Reprocessing (EMDR): Basic Principles, Protocols, and Procedures (2e éd.). Guilford Press. ISBN 9781572306721
    • Lewis, C., Roberts, N. P., Andrew, M., Starling, E., Bisson, J. I. (2020). Psychological therapies for post-traumatic stress disorder in adults: systematic review and meta-analysis. European Journal of Psychotraumatology, 11(1), 1729633. doi:10.1080/20008198.2020.1729633
    • Bisson, J. I., Roberts, N. P., Andrew, M., Cooper, R., Lewis, C. (2013). Psychological therapies for chronic post-traumatic stress disorder (PTSD) in adults. Cochrane Database of Systematic Reviews, 2013(12), CD003388. doi:10.1002/14651858.CD003388.pub4
    • Cuijpers, P., van Veen, S. C., Sijbrandij, M., Yoder, W., Cristea, I. A. (2020). Eye movement desensitization and reprocessing for mental health problems: a systematic review and meta-analysis. Cognitive Behaviour Therapy, 49(3), 165-180. doi:10.1080/16506073.2019.1703801
    • Lee, C. W., Cuijpers, P. (2013). A meta-analysis of the contribution of eye movements in processing emotional memories. Journal of Behavior Therapy and Experimental Psychiatry, 44(2), 231-239. doi:10.1016/j.jbtep.2012.11.001

O que a pesquisa não cobre

Nenhum estudo citado testa como intervenção um ritual para largar o que se carrega ou a leitura de um livro de desenvolvimento pessoal. As intervenções de perdão estudadas são programas conduzidos por profissionais (Wade et al., 2014); sua eficácia depende da duração e do formato. Os estudos experimentais sobre ruminação tratam sobretudo de estudantes em laboratório, e a relação com os transtornos psíquicos é correlacional (Aldao et al., 2010); um pensamento repetitivo concreto pode até ser útil (Watkins, 2008). Para o trauma, o EMDR é recomendado como primeira linha (Lewis et al., 2020), mas Cuijpers et al. (2020) encontram apenas 4 estudos em 27 com baixo risco de viés. Para as abordagens somáticas, há um primeiro ensaio randomizado de Somatic Experiencing (Brom et al., 2017, 63 participantes, contra lista de espera) e uma revisão exploratória de 16 estudos de qualidade desigual. A tese central de The Body Keeps the Score é criticada (Scheeringa, 2025). Nada demonstra a combinação própria do livro.

8. Você pode amar sem aprovar tudo. Estudado: Consideração positiva (Rogers), apego (Bowlby), diferenciação do self (Bowen), desfusãoRessonâncias: Grupos de ajuda mútua (Al-Anon), Don Miguel Ruiz Hipótese do Kalisme
  • Estudado Carl Rogers · consideração positiva incondicional

    • Rogers, C. R. (1957). The necessary and sufficient conditions of therapeutic personality change. Journal of Consulting Psychology, 21(2), 95-103. doi:10.1037/h0045357
    • Rogers, C. R. (1961, rééd. 1995). On Becoming a Person. Boston: Houghton Mifflin. ISBN 9780395755310
    • Farber, B. A., Suzuki, J. Y., & Lynch, D. A. (2018). Positive regard and psychotherapy outcome: A meta-analytic review. Psychotherapy, 55(4), 411-423. doi:10.1037/pst0000171
    • Haines, J. E., & Schutte, N. S. (2023). Parental conditional regard: A meta-analysis. Journal of Adolescence, 95(2), 195-223. doi:10.1002/jad.12111
    • Assor, A., Roth, G., & Deci, E. L. (2004). The emotional costs of parents’ conditional regard: A self-determination theory analysis. Journal of Personality, 72(1), 47-88. doi:10.1111/j.0022-3506.2004.00256.x
    • Roth, G., Assor, A., Niemiec, C. P., Ryan, R. M., & Deci, E. L. (2009). The emotional and academic consequences of parental conditional regard: Comparing conditional positive regard, conditional negative regard, and autonomy support as parenting practices. Developmental Psychology, 45(4), 1119-1142. doi:10.1037/a0015272
  • Estudado John Bowlby · teoria do apego

    • Bowlby, J. (1969, 2e éd. 1982). Attachment and Loss, vol. 1: Attachment. New York: Basic Books. ISBN 9780465005437
    • Verhage, M. L., Schuengel, C., Madigan, S., Fearon, R. M. P., Oosterman, M., Cassibba, R., Bakermans-Kranenburg, M. J., & van IJzendoorn, M. H. (2016). Narrowing the transmission gap: A synthesis of three decades of research on intergenerational transmission of attachment. Psychological Bulletin, 142(4), 337-366. doi:10.1037/bul0000038
    • Haines, J. E., & Schutte, N. S. (2023). Parental conditional regard: A meta-analysis. Journal of Adolescence, 95(2), 195-223. doi:10.1002/jad.12111
  • Estudado Murray Bowen · diferenciação do self

    • Bowen, M. (1978). Family Therapy in Clinical Practice. New York: Jason Aronson. ISBN 9780876683347
    • Miller, R. B., Anderson, S., & Keala, D. K. (2004). Is Bowen theory valid? A review of basic research. Journal of Marital and Family Therapy, 30(4), 453-466. doi:10.1111/j.1752-0606.2004.tb01255.x
    • Skowron, E. A., & Friedlander, M. L. (1998). The Differentiation of Self Inventory: Development and initial validation. Journal of Counseling Psychology, 45(3), 235-246. doi:10.1037/0022-0167.45.3.235
  • Ressonância Grupos de ajuda mútua (Al-Anon) · o desligamento com amor

    Nenhuma referência retida nesta página: texto clássico ou documento sem DOI nem ISBN.

  • Ressonância Don Miguel Ruiz · o amor e o medo

    • Ruiz, D. M. (1999). La Maîtrise de l’amour. Paris: Jouvence (éd. originale: The Mastery of Love, San Rafael: Amber-Allen, 1999). ISBN 9782883531871
  • Estudado Terapia de aceitação e compromisso · desfusão cognitiva

    • Hayes, S. C., Luoma, J. B., Bond, F. W., Masuda, A., & Lillis, J. (2006). Acceptance and Commitment Therapy: Model, processes and outcomes. Behaviour Research and Therapy, 44(1), 1-25. doi:10.1016/j.brat.2005.06.006
    • Levin, M. E., Hildebrandt, M. J., Lillis, J., & Hayes, S. C. (2012). The impact of treatment components suggested by the psychological flexibility model: A meta-analysis of laboratory-based component studies. Behavior Therapy, 43(4), 741-756. doi:10.1016/j.beth.2012.05.003
    • Öst, L.-G. (2014). The efficacy of Acceptance and Commitment Therapy: An updated systematic review and meta-analysis. Behaviour Research and Therapy, 61, 105-121. doi:10.1016/j.brat.2014.07.018
    • Atkins, P. W. B., Ciarrochi, J., Gaudiano, B. A., Bricker, J. B., Donald, J., Rovner, G., Smout, M., Livheim, F., Lundgren, T., & Hayes, S. C. (2017). Departing from the essential features of a high quality systematic review of psychotherapy: A response to Öst (2014) and recommendations for improvement. Behaviour Research and Therapy, 97, 259-272. doi:10.1016/j.brat.2017.05.016
    • Öst, L.-G. (2017). Rebuttal of Atkins et al. (2017) critique of the Öst (2014) meta-analysis of ACT. Behaviour Research and Therapy, 97, 273-281. doi:10.1016/j.brat.2017.08.008
    • Gloster, A. T., Walder, N., Levin, M. E., Twohig, M. P., & Karekla, M. (2020). The empirical status of acceptance and commitment therapy: A review of meta-analyses. Journal of Contextual Behavioral Science, 18, 181-192. doi:10.1016/j.jcbs.2020.09.009

O que a pesquisa não cobre

A pesquisa sobre a consideração parental condicional mede sobretudo, por questionário e de forma correlacional, o que vive a criança ou o adolescente que recebe um amor condicional. Ela não testa o caminho do livro, o de um adulto que escolhe amar alguém próximo sem aprovar seus atos. Não se sabe se essa separação melhora o bem-estar de quem ama, ou a relação. A consideração positiva medida em terapia é a de um terapeuta. A desfusão é um exercício sobre os pensamentos, não sobre uma pessoa. O desligamento com amor do Al-Anon não tem base empírica própria nas referências retidas. Nenhum estudo cobre a combinação dessas correntes em uma única prática.

9. Você pode se colocar em primeiro lugar. Estudado: Programa de autocompaixão (Neff e Germer), fadiga por compaixão Hipótese do Kalisme
  • Estudado Kristin Neff e Christopher Germer · o programa Mindful Self-Compassion

    • Neff, K. D., et Germer, C. K. (2013). A pilot study and randomized controlled trial of the Mindful Self-Compassion program. Journal of Clinical Psychology, 69(1), 28-44. doi:10.1002/jclp.21923
    • Neff, K. D., et Pommier, E. (2013). The relationship between self-compassion and other-focused concern among college undergraduates, community adults, and practicing meditators. Self and Identity, 12(2), 160-176. doi:10.1080/15298868.2011.649546
    • Welp, L. R., et Brown, C. M. (2014). Self-compassion, empathy, and helping intentions. The Journal of Positive Psychology, 9(1), 54-65. doi:10.1080/17439760.2013.831465
    • Ferrari, M., et al. (2019). Self-compassion interventions and psychosocial outcomes: a meta-analysis of RCTs. Mindfulness, 10, 1455-1473. doi:10.1007/s12671-019-01134-6
    • Kirby, J. N., Tellegen, C. L., et Steindl, S. R. (2017). A meta-analysis of compassion-based interventions: current state of knowledge and future directions. Behavior Therapy, 48(6), 778-792. doi:10.1016/j.beth.2017.06.003
    • Neff, K. D. (2003). Self-compassion: an alternative conceptualization of a healthy attitude toward oneself. Self and Identity, 2(2), 85-101. doi:10.1080/15298860309032
  • Estudado Pesquisa sobre fadiga por compaixão · o desgaste dos profissionais de saúde e dos cuidadores

    • Cocker, F., et Joss, N. (2016). Compassion fatigue among healthcare, emergency and community service workers: a systematic review. International Journal of Environmental Research and Public Health, 13(6), 618. doi:10.3390/ijerph13060618
    • Sinclair, S., Raffin-Bouchal, S., Venturato, L., Mijovic-Kondejewski, J., et Smith-MacDonald, L. (2017). Compassion fatigue: a meta-narrative review of the healthcare literature. International Journal of Nursing Studies, 69, 9-24. doi:10.1016/j.ijnurstu.2017.01.003
    • Lynch, S. H., Shuster, G., et Lobo, M. L. (2018). The family caregiver experience: examining the positive and negative aspects of compassion satisfaction and compassion fatigue as caregiving outcomes. Aging and Mental Health, 22(11), 1424-1431. doi:10.1080/13607863.2017.1364344
    • Day, J. R., et Anderson, R. A. (2011). Compassion fatigue: an application of the concept to informal caregivers of family members with dementia. Nursing Research and Practice, 2011, 408024. doi:10.1155/2011/408024
    • Duarte, J., Pinto-Gouveia, J., et Cruz, B. (2016). Relationships between nurses’ empathy, self-compassion and dimensions of professional quality of life: a cross-sectional study. International Journal of Nursing Studies, 60, 1-11. doi:10.1016/j.ijnurstu.2016.02.015
    • Neff, K. D., Knox, M. C., Long, P., et Gregory, K. (2020). Caring for others without losing yourself: an adaptation of the Mindful Self-Compassion Program for Healthcare Communities. Journal of Clinical Psychology, 76(9), 1543-1562. doi:10.1002/jclp.23007
    • Singer, T., et Klimecki, O. M. (2014). Empathy and compassion. Current Biology, 24(18), R875-R878. doi:10.1016/j.cub.2014.06.054
  • Hipótese do Kalisme Kalisme · o cuidado de si como higiene, e não como luxo: uma posição própria do livro

    Nenhuma referência retida nesta página: texto clássico ou documento sem DOI nem ISBN.

O que a pesquisa não cobre

Nenhum estudo citado mostra que um cuidado de si maior aumente depois a ajuda realmente dada aos outros: o ensaio do programa Mindful Self-Compassion mede uma compaixão declarada por questionário, e outros trabalhos medem intenções de ajudar. Nenhum mostra que a pessoa “acaba não tendo mais nada para dar, e depois desmorona” por não se reabastecer; entre cuidadores familiares, a fadiga por compaixão medida é moderada e convive com a continuidade do cuidado. Uma revisão contesta que o desgaste dos profissionais de saúde venha da própria compaixão (Sinclair et al.). Os dados que relacionam autocompaixão e menor esgotamento entre profissionais de saúde são transversais ou sem grupo de controle. O enquadramento “higiene e não luxo” é uma posição do livro, não um resultado.

10. Você pode não deixar o medo decidir. Estudado: Terapia de aceitação e compromisso (Hayes)Ressonâncias: Don Miguel Ruiz, Brené Brown Hipótese do Kalisme
  • Estudado Steven C. Hayes · terapia de aceitação e compromisso: agir de acordo com os próprios valores, com o medo

    • Hayes, S. C., Luoma, J. B., Bond, F. W., Masuda, A., Lillis, J. (2006). Acceptance and Commitment Therapy: Model, processes and outcomes. Behaviour Research and Therapy, 44(1), 1-25. doi:10.1016/j.brat.2005.06.006
    • Hayes, S. C., Strosahl, K. D., Wilson, K. G. (1999). Acceptance and Commitment Therapy: An Experiential Approach to Behavior Change. New York, Guilford Press. ISBN 9781572304819
    • Hayes, S. C., Strosahl, K. D., Wilson, K. G. (2012). Acceptance and Commitment Therapy: The Process and Practice of Mindful Change (2e éd.). New York, Guilford Press. ISBN 9781609189624
    • Hayes, S. C., Lillis, J. (2012). Acceptance and commitment therapy. Washington, American Psychological Association (série Theories of Psychotherapy). doi:10.1037/17335-000
    • A-Tjak, J. G. L., Davis, M. L., Morina, N., Powers, M. B., Smits, J. A. J., Emmelkamp, P. M. G. (2015). A meta-analysis of the efficacy of acceptance and commitment therapy for clinically relevant mental and physical health problems. Psychotherapy and Psychosomatics, 84(1), 30-36. doi:10.1159/000365764
    • Öst, L.-G. (2014). The efficacy of Acceptance and Commitment Therapy: An updated systematic review and meta-analysis. Behaviour Research and Therapy, 61, 105-121. doi:10.1016/j.brat.2014.07.018
    • Gloster, A. T., Walder, N., Levin, M. E., Twohig, M. P., Karekla, M. (2020). The empirical status of acceptance and commitment therapy: A review of meta-analyses. Journal of Contextual Behavioral Science, 18, 181-192. doi:10.1016/j.jcbs.2020.09.009
    • Stockton, D., Kellett, S., Berrios, R., Sirois, F., Wilkinson, N., Miles, G. (2019). Identifying the Underlying Mechanisms of Change During Acceptance and Commitment Therapy (ACT): A Systematic Review of Contemporary Mediation Studies. Behavioural and Cognitive Psychotherapy, 47(3), 332-362. doi:10.1017/S1352465818000553
  • Ressonância Don Miguel Ruiz · a escolha entre o amor e o medo

    • Ruiz, D. M. (1999). La Maîtrise de l’amour, Paris, Jouvence. Édition originale: The Mastery of Love: A Practical Guide to the Art of Relationship, San Rafael, Amber-Allen Publishing, 1999. ISBN 9781878424426
  • Ressonância Brené Brown · a vulnerabilidade como forma de coragem

    • Brown, B. (2006). Shame Resilience Theory: A Grounded Theory Study on Women and Shame. Families in Society: The Journal of Contemporary Social Services, 87(1), 43-52. doi:10.1606/1044-3894.3483
    • Brown, B. (2012). Daring Greatly: How the Courage to Be Vulnerable Transforms the Way We Live, Love, Parent, and Lead. New York, Gotham Books. ISBN 9781592407330
    • Collins, N. L., Miller, L. C. (1994). Self-disclosure and liking: A meta-analytic review. Psychological Bulletin, 116(3), 457-475. doi:10.1037/0033-2909.116.3.457

O que a pesquisa não cobre

A pesquisa não diz nada sobre a própria permissão (“você pode não deixar o medo decidir”) como princípio de vida ou de leitura. A terapia de aceitação e compromisso é um tratamento psicológico testado em pacientes, como um todo: sua eficácia não valida um livro nem, isoladamente, o efeito dos valores ou da ação comprometida, cujos estudos de mediação continuam pouco numerosos e de qualidade limitada. Nenhum estudo testa a oposição entre o amor e o medo proposta por Ruiz, nem a ideia de que a vulnerabilidade seja uma força no sentido causal. Os trabalhos de Brené Brown se baseiam em entrevistas e em uma teoria fundamentada, não em ensaios controlados. O efeito de uma leitura sobre o medo nunca foi medido.

11. Você pode recusar o que rouba sua paz. Estudado: Atenção plena, regulação das emoções, raiva e açãoInspirações: Epicteto, Marco Aurélio Hipótese do Kalisme
  • Inspiração Epicteto e Marco Aurélio · distinguir o que depende de nós do que não depende

    • Épictète, Discourses and Selected Writings, Penguin Classics, 2008 (le Manuel, § 1, porte la division entre ce qui dépend de nous et ce qui n’en dépend pas). ISBN 9780140449464
    • Marc Aurèle, Meditations, Penguin Classics, 2006 (notamment 6.41, 6.52, 8.47). ISBN 9780140449334
  • Estudado Jon Kabat-Zinn (MBSR) · meditação de atenção plena, incluindo o silêncio

    • Kabat-Zinn J., 1982, An outpatient program in behavioral medicine for chronic pain patients based on the practice of mindfulness meditation: theoretical considerations and preliminary results, General Hospital Psychiatry 4(1):33-47. doi:10.1016/0163-8343(82)90026-3
    • Kabat-Zinn J., Full Catastrophe Living, édition révisée, Bantam Books, 2013 (première édition Delacorte, 1990). ISBN 9780345536938
    • Goyal M. et al., 2014, Meditation programs for psychological stress and well-being: a systematic review and meta-analysis, JAMA Internal Medicine 174(3):357-368. doi:10.1001/jamainternmed.2013.13018
    • Khoury B. et al., 2013, Mindfulness-based therapy: a comprehensive meta-analysis, Clinical Psychology Review 33(6):763-771. doi:10.1016/j.cpr.2013.05.005
    • Goldberg S.B., Riordan K.M., Sun S., Davidson R.J., 2022, The empirical status of mindfulness-based interventions: a systematic review of 44 meta-analyses of randomized controlled trials, Perspectives on Psychological Science 17(1):108-130. doi:10.1177/1745691620968771
    • Van Dam N.T. et al., 2018, Mind the hype: a critical evaluation and prescriptive agenda for research on mindfulness and meditation, Perspectives on Psychological Science 13(1):36-61. doi:10.1177/1745691617709589
    • Britton W.B., Lindahl J.R., Cooper D.J., Canby N.K., Palitsky R., 2021, Defining and measuring meditation-related adverse effects in mindfulness-based programs, Clinical Psychological Science 9(6):1185-1204. doi:10.1177/2167702621996340
  • Estudado Pesquisa sobre a regulação das emoções (Gross, Webb, Bushman, entre outros) · reprimir ou descarregar a raiva

    • Bushman B.J., 2002, Does venting anger feed or extinguish the flame? Catharsis, rumination, distraction, anger, and aggressive responding, Personality and Social Psychology Bulletin 28(6):724-731. doi:10.1177/0146167202289002
    • Kjærvik S.L., Bushman B.J., 2024, A meta-analytic review of anger management activities that increase or decrease arousal: what fuels or douses rage?, Clinical Psychology Review 109:102414. doi:10.1016/j.cpr.2024.102414
    • Gross J.J., John O.P., 2003, Individual differences in two emotion regulation processes: implications for affect, relationships, and well-being, Journal of Personality and Social Psychology 85(2):348-362. doi:10.1037/0022-3514.85.2.348
    • Gross J.J., 2002, Emotion regulation: affective, cognitive, and social consequences, Psychophysiology 39(3):281-291. doi:10.1017/S0048577201393198
    • Webb T.L., Miles E., Sheeran P., 2012, Dealing with feeling: a meta-analysis of the effectiveness of strategies derived from the process model of emotion regulation, Psychological Bulletin 138(4):775-808. doi:10.1037/a0027600
  • Estudado Pesquisa sobre a raiva e a ação (Carver e Harmon-Jones, van Zomeren, entre outros) · a raiva como impulso para a ação

    • Carver C.S., Harmon-Jones E., 2009, Anger is an approach-related affect: evidence and implications, Psychological Bulletin 135(2):183-204. doi:10.1037/a0013965
    • van Zomeren M., Postmes T., Spears R., 2008, Toward an integrative social identity model of collective action: a quantitative research synthesis of three socio-psychological perspectives, Psychological Bulletin 134(4):504-535. doi:10.1037/0033-2909.134.4.504
    • Reifen Tagar M., Federico C.M., Halperin E., 2011, The positive effect of negative emotions in protracted conflict: the case of anger, Journal of Experimental Social Psychology 47(1):157-164. doi:10.1016/j.jesp.2010.09.011
    • Del Vecchio T., O’Leary K.D., 2004, Effectiveness of anger treatments for specific anger problems: a meta-analytic review, Clinical Psychology Review 24(1):15-34. doi:10.1016/j.cpr.2003.09.006
    • Kjærvik S.L., Bushman B.J., 2024, A meta-analytic review of anger management activities that increase or decrease arousal: what fuels or douses rage?, Clinical Psychology Review 109:102414. doi:10.1016/j.cpr.2024.102414

O que a pesquisa não cobre

Nenhum estudo verificado trata do fato de recusar ou de estabelecer um limite para preservar a paz interior. O programa MBSR inclui um dia de silêncio, mas nenhum ensaio verificado isola o efeito do silêncio: os resultados dizem respeito ao programa inteiro. A “raiva justa”, que defende uma dignidade sem queimar quem a carrega, é uma categoria do livro, não uma variável medida. Os dados sobre a repressão são mistos: em laboratório, conter a expressão de uma emoção a atenua um pouco (um efeito pequeno a médio, considerando todas as medidas), ao passo que se esforçar para não senti-la não a atenua; e o uso habitual da supressão anda junto com menos bem-estar. Por fim, que a raiva “transformada em ação” seja construtiva não está demonstrado: a pesquisa mostra que a raiva leva a agir, sobretudo em conjunto, não que essa ação seja benéfica para quem a carrega; e as atividades físicas que aumentam a ativação não reduzem a raiva.

12. Você pode tentar sem garantias. Estudado: Mentalidade de crescimento (Dweck), arrependimento (Gilovich), exposição gradual Hipótese do Kalisme
  • Estudado Carol Dweck · mentalidade de crescimento

    • Dweck, C. S. et Leggett, E. L. (1988). A social-cognitive approach to motivation and personality. Psychological Review, 95(2), 256-273. doi:10.1037/0033-295X.95.2.256
    • Dweck, C. S. (2006). Mindset: The New Psychology of Success. Random House. ISBN 9781400062751
    • Burgoyne, A. P., Hambrick, D. Z. et Macnamara, B. N. (2020). How firm are the foundations of mind-set theory? The claims appear stronger than the evidence. Psychological Science, 31(3), 258-267. doi:10.1177/0956797619897588
    • Sisk, V. F., Burgoyne, A. P., Sun, J., Butler, J. L. et Macnamara, B. N. (2018). To what extent and under which circumstances are growth mind-sets important to academic achievement? Two meta-analyses. Psychological Science, 29(4), 549-571. doi:10.1177/0956797617739704
    • Macnamara, B. N. et Burgoyne, A. P. (2023). Do growth mindset interventions impact students’ academic achievement? A systematic review and meta-analysis with recommendations for best practices. Psychological Bulletin, 149(3-4), 133-173. doi:10.1037/bul0000352
    • Burnette, J. L., Billingsley, J., Banks, G. C., Knouse, L. E., Hoyt, C. L., Pollack, J. M. et Simon, S. (2023). A systematic review and meta-analysis of growth mindset interventions: For whom, how, and why might such interventions work? Psychological Bulletin, 149(3-4), 174-205. doi:10.1037/bul0000368
    • Yeager, D. S., Hanselman, P., Walton, G. M. et al. (2019). A national experiment reveals where a growth mindset improves achievement. Nature, 573, 364-369. doi:10.1038/s41586-019-1466-y
  • Estudado Thomas Gilovich e Victoria Medvec · arrependimentos por ação e arrependimentos por omissão

    • Gilovich, T. et Medvec, V. H. (1995). The experience of regret: What, when, and why. Psychological Review, 102(2), 379-395. doi:10.1037/0033-295X.102.2.379
    • Gilovich, T. et Medvec, V. H. (1994). The temporal pattern to the experience of regret. Journal of Personality and Social Psychology, 67(3), 357-365. doi:10.1037/0022-3514.67.3.357
    • Yeung, S. K. et Feldman, G. (2022). Revisiting the temporal pattern of regret in action versus inaction: Replication of Gilovich and Medvec (1994) with extensions examining responsibility. Collabra: Psychology, 8(1). doi:10.1525/collabra.37122
    • Feldman, J., Miyamoto, J. et Loftus, E. F. (1999). Are actions regretted more than inactions? Organizational Behavior and Human Decision Processes, 78(3), 232-255. doi:10.1006/obhd.1999.2833
    • Roese, N. J. et Summerville, A. (2005). What we regret most... and why. Personality and Social Psychology Bulletin, 31(9), 1273-1285. doi:10.1177/0146167205274693
    • Davidai, S. et Gilovich, T. (2018). The ideal road not taken: The self-discrepancies involved in people’s most enduring regrets. Emotion, 18(3), 439-452. doi:10.1037/emo0000326
  • Estudado Exposição gradual · terapias cognitivo-comportamentais da ansiedade

    • Foa, E. B. et Kozak, M. J. (1986). Emotional processing of fear: Exposure to corrective information. Psychological Bulletin, 99(1), 20-35. doi:10.1037/0033-2909.99.1.20
    • Carpenter, J. K., Andrews, L. A., Witcraft, S. M., Powers, M. B., Smits, J. A. J. et Hofmann, S. G. (2018). Cognitive behavioral therapy for anxiety and related disorders: A meta-analysis of randomized placebo-controlled trials. Depression and Anxiety, 35(6), 502-514. doi:10.1002/da.22728
    • Craske, M. G., Treanor, M., Conway, C. C., Zbozinek, T. et Vervliet, B. (2014). Maximizing exposure therapy: An inhibitory learning approach. Behaviour Research and Therapy, 58, 10-23. doi:10.1016/j.brat.2014.04.006
    • Wolitzky-Taylor, K. B., Horowitz, J. D., Powers, M. B. et Telch, M. J. (2008). Psychological approaches in the treatment of specific phobias: A meta-analysis. Clinical Psychology Review, 28(6), 1021-1037. doi:10.1016/j.cpr.2008.02.007

O que a pesquisa não cobre

Nenhum estudo citado testa que redefinir o fracasso como informação, ou uma pequena coragem diária, aumente a ousadia ou reduza o arrependimento em adultos sem transtorno. A exposição é validada para transtornos de ansiedade tratados em terapia, não como exercício da vida cotidiana. As metanálises sobre a mentalidade de crescimento medem sobretudo o desempenho escolar, não a tomada de risco, e o teste direto das premissas da teoria as considera fracas. Os dados sobre o arrependimento se baseiam em grande parte em lembranças e cenários, e os maiores arrependimentos acompanham a oportunidade percebida.

13. Você pode começar hoje. Estudado: Solidão e vínculo social (Holt-Lunstad)Inspirações: Herbert Simon, os estoicos, tradições contemplativasRessonâncias: Eckhart Tolle Hipótese do Kalisme
  • Inspiração Herbert A. Simon · a escassez de atenção

    Nenhuma referência retida nesta página: texto clássico ou documento sem DOI nem ISBN.

  • Estudado Pesquisa sobre solidão e vínculo social (Holt-Lunstad, Wang, entre outros) · isolamento, solidão e risco de mortalidade

    • Holt-Lunstad J., Smith T. B., Layton J. B., 2010, “Social relationships and mortality risk: a meta-analytic review”, PLoS Medicine 7(7):e1000316. doi:10.1371/journal.pmed.1000316
    • Holt-Lunstad J., Smith T. B., Baker M., Harris T., Stephenson D., 2015, “Loneliness and social isolation as risk factors for mortality: a meta-analytic review”, Perspectives on Psychological Science 10(2):227 à 237. doi:10.1177/1745691614568352
    • Wang F., Gao Y., Han Z. et al., 2023, “A systematic review and meta-analysis of 90 cohort studies of social isolation, loneliness and mortality”, Nature Human Behaviour 7(8):1307 à 1319. doi:10.1038/s41562-023-01617-6
    • Rico-Uribe L. A., Caballero F. F., Martín-María N., Cabello M., Ayuso-Mateos J. L., Miret M., 2018, “Association of loneliness with all-cause mortality: a meta-analysis”, PLoS ONE 13(1):e0190033. doi:10.1371/journal.pone.0190033
    • Steptoe A., Shankar A., Demakakos P., Wardle J., 2013, “Social isolation, loneliness, and all-cause mortality in older men and women”, PNAS 110(15):5797 à 5801. doi:10.1073/pnas.1219686110
    • Masi C. M., Chen H. Y., Hawkley L. C., Cacioppo J. T., 2011, “A meta-analysis of interventions to reduce loneliness”, Personality and Social Psychology Review 15(3):219 à 266. doi:10.1177/1088868310377394
  • Ressonância Eckhart Tolle · a presença no momento presente

    • Tolle E., The Power of Now: A Guide to Spiritual Enlightenment, Vancouver et Novato, Namaste Publishing et New World Library, édition de 2004 (première publication 1997). ISBN 9781577314806
  • Inspiração Os estoicos e as tradições contemplativas · saber-se parte de um todo maior

    • Marc Aurèle, Meditations (Pensées pour moi-même), trad. G. Hays, New York, Modern Library, 2003. ISBN 9780812968255
    • Piff P. K., Dietze P., Feinberg M., Stancato D. M., Keltner D., 2015, “Awe, the small self, and prosocial behavior”, Journal of Personality and Social Psychology 108(6):883 à 899. doi:10.1037/pspi0000018
    • Yaden D. B., Haidt J., Hood R. W., Vago D. R., Newberg A. B., 2017, “The varieties of self-transcendent experience”, Review of General Psychology 21(2):143 à 160. doi:10.1037/gpr0000102

O que a pesquisa não cobre

Os estudos lidos tratam da associação entre isolamento ou solidão e mortalidade; eles não mostram que escolher o vínculo em vez do recolhimento reduza esse risco, e os ensaios randomizados de intervenções contra a solidão dão efeitos menores que os estudos não randomizados. Nada do que foi lido testa a retomada do controle sobre o próprio olhar, a presença oferecida aos próximos, um descentramento cultivado de propósito, nem o encadeamento desses elementos. A pesquisa sobre intenções de ação e formação de hábitos, a mais próxima de “começar hoje”, ainda não foi examinada aqui.

210 referências distintas (246 menções, já que alguns estudos servem a várias permissões), todas verificadas pelo DOI ou pelo ISBN. Os textos clássicos e os documentos on-line que não têm esses identificadores não estão listados aqui.

Como o Kalisme constrói seus conteúdos

  1. Escolher

    Abordagens que têm sínteses publicadas.

  2. Verificar

    Cada referência verificada pelo DOI ou pelo ISBN, contrapontos incluídos.

  3. Traduzir

    Os 15 idiomas dizem a mesma coisa, com os mesmos limites.

  4. Dizer os limites

    O que a pesquisa não diz está escrito.

O Kalisme não transforma uma publicação científica em prova de que o Kalisme funciona.

Quando uma frase dos nossos livros atribui à pesquisa uma confirmação que ela não traz, nós a corrigimos. Em outubro de 2026, nove passagens de oito livros foram reformuladas nos 15 idiomas; elas sairão com a próxima versão do aplicativo.

O Kalisme ainda não foi avaliado. Os pilotos testam a adoção e a utilidade percebida, não o efeito. Seu protocolo, escrito antes da primeira medição, está publicado na página Pro.

O Kalisme e a prevenção no trabalho

As diretrizes da Organização Mundial da Saúde sobre saúde mental no trabalho (2022) convidam a considerar intervenções individuais, com um grau de certeza baixo, e nunca como resposta completa. A nota conjunta da OMS e da Organização Internacional do Trabalho situa a prevenção do lado da organização do trabalho, por meio da gestão dos riscos psicossociais.

Universally delivered psychosocial interventions that aim to build workers’ skills in stress management […] may be considered for workers to promote positive mental health, reduce emotional distress and improve work effectiveness.

Recomendação 8A: recomendação condicional, certeza baixa das evidências (“conditional recommendation, low-certainty of evidence”).Nossa tradução: “Intervenções psicossociais oferecidas a todos, que visam fortalecer as competências dos trabalhadores no manejo do estresse […], podem ser consideradas para promover uma saúde mental positiva, reduzir o sofrimento emocional e melhorar a eficácia no trabalho.” O trecho omitido cita como exemplo as intervenções baseadas na atenção plena ou nas abordagens cognitivo-comportamentais.OMS, WHO guidelines on mental health at work, 2022, recomendação 8A.

These interventions form one part of self-care or self-management options, but alone they would not constitute comprehensive delivery.

Nossa tradução: “Essas intervenções são uma parte das opções de autocuidado ou de autogestão; sozinhas, elas não constituiriam uma resposta completa.”OMS, mesmo documento, considerações que acompanham as recomendações 8A e 8B.

WHO guidelines recommend that organizational interventions are used as a means of preventive measures that can be universally implemented within the workplace.

Nossa tradução: “As diretrizes da OMS recomendam recorrer às intervenções organizacionais como medidas de prevenção, aplicáveis a todo o local de trabalho.”OMS e OIT, Mental health at work: policy brief, 2022.

O Kalisme é uma camada individual e voluntária. Ele não substitui a prevenção dos riscos psicossociais, nem a gestão, nem a organização do trabalho.

Fontes

  • Organização Mundial da Saúde (2022). WHO guidelines on mental health at work. Genebra: OMS. ISBN 978-92-4-005305-2
  • Organização Mundial da Saúde e Organização Internacional do Trabalho (2022). Mental health at work: policy brief. Genebra: OMS e OIT. ISBN 978-92-4-005794-4